Como foi minha experiência na EESC – USP São Carlos

Eu só vim a perceber agora, “arrumando minhas coisas”, que apesar de ter sido o Carlos Frederico Bremer que me levou para S.Carlos, foi o Paulo Silveira que me colocou lá, porque ele mandava no CNPq e uma bolsa daquele tamanho para uma pessoa sem sequer graduação, como foi meu caso, tem que ter caido na mão dele para aprovação.
O ILAT adotou o sistema, quando a carga de trabalho aumentou, de admitir PHDs para interagir com as Universidades. Contrataram o Anésio que acabou virando professor da Unicamp e Carlos Frederico Bremer, egresso da EESC da USP. Senti afinidade instantânea com ambos e nos tornamos amigos.
Quando eles entraram, logo depois a IBM explodiu e uma nova realidade se instalou e a Fábrica Sumaré e tudo que estava lá praticamente desapareceu e o ILAT foi junto.
Como eu já disse, eu continuei ligado a projetos que o Paulo Silveira, então Secretário de Ciência e Tecnologia que englobava o CNPq e pai do PBQP – Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade, e fato da vida, foi que depois de uns seis meses que eu havia saído da IBM o Bremer me procurou e perguntou se eu não queria aceitar uma Bolsa de Pesquisador nível de doutorado para trabalhar na EESC Escola de Engenharia de São Carlos, onde ele se firmara como professor, com uma carreira brilhante que pode ser vista no currículo do Bremer na FAPESP

Aceitei candidamente da mesma forma que ele me ofereceu e tive uma das melhores experiências de minha existência, que passo a descrever e o que fiz lá, incrivelmente conseguindo ajudá-los apesar de claramente terem uma competência fantástica. Na época era a melhor Escola de Engenharia de Produção do Brasil, inclusive com uma linha automatizada com robótica que era única.

O Diretor da Escola, Rosalvo Tiago Ruffino, era extremamente competente, tendo editado um livro sobre máquinas ferramentas ou operatrizes, ditas universais, que foi traduzido e usado mundialmente. Era uma simpatia em pessôa. Ficamos amigos e nos demos muito bem, bem como a esposa dele, a Tita, que se deu muito bem com minha esposa, Cristina.

Rosalvo tinha uma porção de casas num terreno muito grande e que os filhos usavam. Uma destas casas estava desocupada e ele cedu para mim, sem cobrar nada!

Minha rotina era ir para S.Carlos na segunda-feira cedo e voltar na 6a. logo após o meio-dia.
Algo notável de São Carlos era a comida. Os restaurantes, além de muito acessíveis, forneciam excelente comida. Descobri que se você fosse numa churrascaria no fim do dia, você pegava o que não tinha vendido e era uma festa!
Tinha um rodízio, na saída da cidade para voltar para Campinas, que eu levava Cristina quando ela ia junto, que era absolutamente incrível a qualidade e a variedade do que servia!

O Restaurante da USP, então, era  absolutamente perfeito!

Era uma época  que ainda não tinha pedágio e a gente podia comprar álcool direto do produtor por um preço mais baixo e eu enchia o tanque e vários galões que eu carregava junto!

O projeto que deu origem a esta primeira bolsa foi de autoria do Carlos Frederico Bremer e em 1992, antes de sair da IBM ainda, fizemos uma viagem para visitar várias Instituições que tinham programas de integração da Universidade com a Indústria e que pode ser visto em detalhe no seguinte documento:

Segunda bolsa

Concentrou-se em São Carlos e o objetivoa era aproximação com a Industria e fizemos uma viagem à Europa, i.e., UK, (Cranfielde) Alemanha (Aachen) e Portugal (feira) vendo projetos do tipo que queriamos implementar no Brasil

Cranfield, UK

The Spitfire

O homem que salvou a Inglaterra — e nunca soube

Quando era pesquisador na USP de São Carlos, visitei Cranfield, na Inglaterra. As fotos de R. J. Mitchell estavam por todo lado — no corredor, no restaurante, nas paredes dos alojamentos. Nos alojamentos onde ficamos hospedados, a mesma frase de Churchill ecoava em silêncio: “Nunca devemos tanto a tão poucos.” Eram as mesmas camas onde os pilotos da RAF dormiam antes de partir para a batalha. Dava arrepios pensar nisso.
Fui entender melhor quem era aquele homem cujas fotos me acompanhavam.
R. J. Mitchell projetou o Spitfire com câncer, contra a burocracia, contra os generais e contra o próprio governo britânico — e morreu sem ver o resultado do que havia feito.
No início dos anos 1930, o Ministério do Ar britânico pediu um novo caça. Mitchell apresentou um primeiro protótipo que foi um fracasso completo — pesado, desajeitado, rejeitado. Em vez de desistir, ele descartou as especificações do governo e começou do zero por conta própria: estrutura inteiramente metálica, asas elípticas finas, trem de pouso retrátil. Um projeto tão moderno que os generais o acharam caro demais e sofisticado em excesso. O governo recusou financiamento. A Vickers, dona da Supermarine, pagou do próprio bolso porque acreditava na visão do homem.

Mitchell odiou até o nome. Quando os diretores batizaram o avião de Spitfire, ele comentou a colegas: “É o tipo de nome estúpido que eles escolheriam.”

Ele tinha câncer colorretal e ignorou os conselhos médicos para descansar. Passou os últimos meses na prancheta, sob dores, convicto de que a Alemanha nazista estava se armando e de que a Inglaterra precisaria daquele avião.
Em 5 de março de 1936, debilitado mas presente, Mitchell assistiu ao voo do primeiro protótipo no aeroporto de Eastleigh. Foi a única vez que viu o Spitfire no ar. Morreu em junho de 1937.
Os aviões de produção só começaram a ser entregues à RAF em agosto de 1938. A Batalha da Inglaterra — onde o Spitfire salvou o país — foi em 1940. Três anos depois de sua morte. Mitchell nunca soube.
Naquelas camas de Cranfield, entre as fotos dele e o silêncio daquele lugar, entendi que algumas das coisas mais importantes que os seres humanos fazem nunca são vistas por quem as fez. O trabalho é real. O resultado chega. O autor não está mais lá para ver.
Existe um filme de 1942, The First of the Few, que dramatiza essa história. Vale assistir. Mas a história real já é suficientemente impossível de inventar.

This is the story of how the Spitfire got into production

AACHEN

Não tenho retistro de Aachen. O modêlo alemão de integração não tinha a menor chance de se inserir no Brasil. A visita valeu porque conheci a fábrica da BMW que estava naquela época introduzir o modelo 118.

A História Oculta da Qualidade: Como o Reino Unido Moldou o Comércio Mundial com Normas, Prestígio e o Idioma Certo

 
Colocando “minhas coisas em ordem”, já que estou com 83 anos, com um câncer de colon que provocou metástase para o fígado e o pulmão e, às vezes parece que vai me levar, às vezes, como agora, parece que vai deixar que eu viva o que me estava reservado, que ainda representa um bom tempo. Meu plano agora é curtir os anos que vêm pela frente com o corpo saudável e a mente em paz.

Estou revisitando, pensando nos meus netos e na posteridade, uma das experiências mais importantes de minha vida e quano fiz não me dei conta de algo que estou vendo agora, que é ter mais mérito do que me pareceu quando fiz.

Fui ser Diretor do CB25 e responsavel pela tradução das ISO Guides, representar o Brasil na ISO/CASCO e ISO/TC176, descobrir o que era necessário para obter o selo “CE” para livre circulação dos bens do Mercosul e do Brasil na Comunidade Européia e compartilhar e auxiliar os membros do Mercosul a obterem isso.

Fui para a ISO em Genebra junto com Reynaldo Balbino Figueiredo, ele, jovem de uns 30 anos, e eu aos 50, em vias de sair da IBM, que estava explodindo. Aliás, uma das consequências destas viagens foi eu decidir sair da IBM, pois eu me juntei com o grupo americano que estava lá com o mesmo problema e eram todos ex-ibmistas e a surpresa deles porque eu ainda não tinha saído foi decisiva. Minha sequência eu conto noutro lugar e a sequência de Reynaldo Figueiredo foi surpreendente. Ele acabou transferindo-se para os Estados Unidos e teve uma carreira brilhante na ANSI American National Standards Institute, chegando a ocupar a função de Chair da ISO CASCO e TC 176, recentemente, entre 2020 e 2021. Quando fiquei sabendo, um pouco depois, me comuniquei com ele para cumprimentá-lo pela fantástica jornada e ele que me chamou atenção sobre aquele trabalho que fizemos quando eu fui dar um mão para o Inmetro e a ABNT, como algo que eu devia me orgulhar. Ele usou uma expressão que me levou a postar o que se seguirá: Eu tinha “cracked the code”, que significa que alguém conseguiu desvendar um mistério, resolver um problema muito difícil ou descobrir o segredo de como algo funciona. Na verdade, foi o tema da minha tese de mestrado que virou um documento oficial do governo brasileiro, tanto para o INMETRO como para a ABNT e explico melhor noutro lugar.

“Cracking the code”

Quando o comitê ISO/TC 176 foi criado em 1979 e lançou a ISO 9000 em 1987, o mundo dos negócios celebrou como se fosse uma revolução técnica neutra e universal. Não era bem assim. Por trás da arquitetura desse sistema havia história, interesse e uma geopolítica comercial que poucos nomeavam claramente na época — e que eu tive a oportunidade de observar de perto quando representei o Brasil em Genebra.

A linha do tempo

Tudo começa muito antes de 1979. Durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos e a OTAN perceberam que peças militares fabricadas em países diferentes precisavam ser intercambiáveis e confiáveis. Criaram normas rígidas de inspeção, como a americana MIL-Q-9858, de 1959. O Reino Unido absorveu essas normas militares e foi além: na década de 1970, a BSI — o órgão britânico de normalização — percebeu que a indústria civil precisava do mesmo rigor e lançou a BS 5750 em 1979, a primeira norma comercial de gestão da qualidade de sucesso mundial.

Quando a ISO decidiu criar uma norma internacional unificada, não reinventou a roda. Adotou a BS 5750 como base quase idêntica e lançou a ISO 9000 em 1987. O modelo era britânico. A língua de trabalho era o inglês. E as maiores empresas do mundo habilitadas a emitir o selo — como a BSI, a LRQA e a Intertek — eram britânicas, acreditadas pelo UKAS e reconhecidas automaticamente em toda a Europa por acordos de reconhecimento mútuo.

A agenda que não estava escrita

Naquele período de consolidação da União Europeia, o bloco enfrentava uma pressão crescente de produtos americanos e asiáticos que chegavam em escala e a preços que a indústria europeia tinha dificuldade de acompanhar. A tensão era visível — explodiu publicamente nas guerras comerciais agrícolas entre franceses e americanos, mas estava presente em praticamente todos os setores.

A ISO 9000 chegou num momento muito conveniente. Uma norma que exigia auditorias complexas, documentação extensa e certificação cara para qualquer fornecedor que quisesse vender na Europa funcionava, na prática, como um filtro de entrada. Não proibia nada formalmente — o que seria ilegal pelas regras do GATT e depois da OMC. Mas criava um custo e uma burocracia que favorecia quem já operava dentro do sistema europeu e penalizava quem vinha de fora.

É importante ser preciso aqui: a ISO 9000 avalia o sistema de gestão, não o produto. Ela atesta que potencialmente existe qualidade no processo — não que o produto final seja bom. Essa subjetividade, que é uma limitação técnica real, era também uma vantagem estratégica: permitia exigir conformidade sem precisar definir critérios objetivos que pudessem ser contestados formalmente no tribunal da OMC.

O paradoxo britânico

O que a história mostrou depois é uma ironia considerável. Os britânicos foram os grandes arquitetos das regras da qualidade global — e ao mesmo tempo viram sua própria indústria manufatureira desaparecer do mercado internacional.

Duas razões explicam isso.

A primeira é o peso do passado imperial. Durante séculos, ostentar o brasão da realeza britânica — os leões, o “By Appointment to His Majesty” — era garantia suficiente de prestígio. No auge do império onde o sol nunca se punha, o mundo comprava produtos britânicos pela reputação, não pela competição. Quando o mercado global mudou e passou a exigir eficiência real, parte da indústria britânica não tinha feito o dever de casa. Enquanto os alemães reconstruíam a engenharia no pós-guerra e os japoneses criavam o Sistema Toyota de Produção, os ingleses confiavam que o brasão e o discurso bastariam.

A segunda razão é exatamente essa: o domínio pelo discurso. Como o sistema nasceu dentro do ecossistema britânico, as regras foram escritas na língua deles, com a lógica deles, priorizando documentação e descrição de processos. Saber descrever o processo com precisão técnica em inglês valia mais, no sistema de auditorias, do que o resultado real na linha de produção. E o inglês como língua universal dos negócios fez o resto — expandiu esse modelo pelo mundo e garantiu aos britânicos uma vantagem permanente nas mesas de negociação e nos comitês técnicos internacionais.

O resultado está nos museus e nas concessionárias. Rover, Austin, Triumph, Morris — marcas que ajudaram a inventar o automóvel moderno — praticamente desapareceram do comércio internacional. As que sobreviveram foram compradas por estrangeiros que sabiam fazer o que os ingleses sabiam apenas descrever: a Mini e a Rolls-Royce pelos alemães da BMW, a Bentley pela Volkswagen, a Jaguar e a Land Rover pela indiana Tata Motors.

O que isso significava e significa para o Brasil e o Mercosul

Quando o Brasil começou a se engajar seriamente com a ISO 9000 nos anos 1990, o desafio era duplo. De um lado, havia a pressão legítima de modernizar a gestão industrial. De outro, havia o risco de adotar um sistema pensado para um contexto europeu específico, com custos de certificação que favoreciam as grandes empresas e penalizavam as pequenas, e com auditores britânicos chegando ao país para avaliar processos industriais brasileiros segundo critérios que eles próprios não conseguiam aplicar plenamente em casa.

Os paises do Mercosul enfrentavam o mesmo problema, particularmente a Argentina, como contei que tipo de pressão ela sofreu quando um cerficador britânico exigiu que ela mostrasse os padrões CGS para certificar venda de carne!

A lição que fica não é que normas são inúteis. É que normas não são neutras. Elas carregam a visão de quem as escreve, os interesses de quem as promove e o idioma de quem as controla. Entender isso não é cinismo — é a diferença entre usar uma ferramenta e ser usado por ela.

A análise da situação e o que tinha que ser feito pode ser visto na minha tese de mestrado:

Normalização, Conformidade e o Jogo por Trás da ISO 9000

Guia prático para executar tarefas mais complexas com AI

Você deve aprender a usar Chat GPT, Claude e Gemini e perceber pela prática no que cada um é mas forte e mais fraco.

O melhor processo para fazer isto não é estudar manual, é submeter os tres à mesma questão que você tiver pela frente e vai aparecer, ou seja não entra no mérito da lógica e da solução que os criadores de cada um embutiram nos algoritmos, usa e presta a atenção, que é muito mais fácil e aparece rapidinho.

Em todo caso, vai minha impressão para cada um:

Que, para uso prático significa o seguinte:

Claude — onde é mais forte Textos longos e complexos que exigem manter voz, coerência e nuance do início ao fim. Análise que requer julgamento e não só síntese. Conversas que se desenvolvem ao longo do tempo com contexto acumulado. Preservar a voz do autor sem sobrescrever. Navegar ambiguidade sem forçar uma resposta artificial. Eu, mesmo, Roque, observei isso quando comparei os três para o conceito de “psycho fencing.”

Claude — onde é mais fraco Matemática e cálculo preciso — comete erros que o ChatGPT pega melhor. Geração de imagens, não faz. Integração com ferramentas externas em tempo real é mais limitada. Às vezes é cauteloso demais quando a situação pede ousadia.

ChatGPT — onde é mais forte Raciocínio matemático e lógico estruturado. Geração de imagens via DALL-E integrado. Ecossistema de plugins e integrações. Base de usuários enorme significa muito feedback de casos extremos já incorporado. Código em muitas linguagens.

ChatGPT — onde é mais fraco Voz e estilo — tende a nivelar o texto para um padrão genérico. Em conversas longas perde o fio mais facilmente. Respostas às vezes mais longas do que precisam ser.

Gemini — onde é mais forte Integração nativa com o ecossistema Google — Docs, Gmail, Drive, Search em tempo real. Informação atualizada porque acessa a web nativamente. Para pesquisa factual com fontes recentes é muito útil.

Gemini — onde é mais fraco Profundidade analítica em textos complexos. Preservação de voz e estilo. Em conversas filosóficas ou literárias tende a ser mais superficial.

Resumo prático para o seu uso Para escrever, analisar, filosofar e preservar voz — Claude. Para matemática, código ou geração de imagem — ChatGPT. Para pesquisa factual com informação recente ou integração Google — Gemini.


Para o Tiago — programação

O ChatGPT tem vantagem histórica em código puro — geração, debug, otimização em múltiplas linguagens, e explica o raciocínio por trás do código de forma estruturada. Para projetos maiores com muitos arquivos, o Claude Code — que é uma versão do Claude que roda no terminal — é muito poderoso porque acessa o projeto inteiro e não só fragmentos.

Na prática para o Tiago: ChatGPT para dúvidas rápidas de sintaxe e debug pontual. Claude para arquitetura de projeto, revisar lógica mais complexa, e documentação. O Gemini menos útil aqui salvo para buscar documentação atualizada de uma biblioteca específica.

Para o Gabriel — processos

Esse é o território do Claude. Análise de fluxos, identificação de gargalos, frameworks como Theory of Constraints e Lean que o Gabriel já demonstrou saber usar, estruturação de argumentos, síntese de dados complexos em narrativa coerente — tudo isso é onde Claude se sai melhor.

O trabalho que fizemos juntos Gabriel, Claude e eu, no relatório do Uniqlo e no Nintendo Switch foi exatamente isso. Gabriel fornece o material e o raciocínio, Claude estruturou e aprofundou sem sobrescrever a voz dele, eu empacoto e vejo se não tem nada errado.

Para o Gabriel o Gemini pode ser útil como complemento quando precisa de dados atualizados rapidamente — números de mercado, estatísticas recentes — antes de trazer para análise.

Resumo direto

Tiago: ChatGPT primeiro, Claude para complexidade maior. Gabriel: Claude primeiro, Gemini para dados frescos quando necessário.

___________________________________________________________________________________________________

Acho que programação é coisa que depende de uma tendência natural que o Tiago e eu temos e para quem não tem, é boring e não vou entrar no mérito, pois vi o Tiago usar e instantâneamente identifiquei o que o chefe dele também identificou e que,  com certeza, ele faz isto muito melhor que eu e a análise não é porque eu estou dando mais atenção ao Gabriel, mas porque o Tiago já está level e não precisa.

Vou entrar em detalhes apenas para o Claude, que é a ferramenta mais usada por todos nós para o tipo de tarefa que está em jogo aqui.

___________________________________________________________________________________________________

O que Claude lê e o que não lê:

Documentos e texto TXT, PDF, CSV, DOCX (Word), PPTX (PowerPoint), XLSX (Excel), HTML, Markdown, RTF, EPUB, ODT, JSON, XML

Imagens JPEG, PNG, GIF, WebP — os formatos BMP, TIFF e RAW não são suportados

Código Python, JavaScript, TypeScript, e a maioria dos formatos de código comuns

Áudio e vídeo Não suportados pelo clipe — o Claude não processa arquivos de som ou vídeo diretamente (vejam na sequência como resolvi isto)

Limites práticos Até 30MB por arquivo e até 20 arquivos por conversa

Para o Gabriel e o Tiago, o mais útil é saber que PowerPoint, PDF, Word, Excel e imagens funcionam sem complicação — que é exatamente o que eles vão precisar tanto para trabalhos acadêmicos como para projetos.

___________________________________________________________________________________________________

Na prática

Você tem que fazer o que em Inglês chama clipping e que vai depender da interface pode variar um pouco dependendo se você está no celular ou no computador, e também muda às vezes com atualizações.

No computador, na caixa de texto onde você digita as mensagens, deve haver um pequeno ícone à esquerda ou abaixo do campo — parece um clipe de papel ou às vezes um ícone de imagem. Em alguns layouts aparece como uma setinha para cima ou um ícone de anexo. No meu computador, aparece um sinal de +

Mas, a forma mais simples e que sempre funciona é arrastar o arquivo diretamente para a janela do chat — pega o arquivo no seu computador e joga em cima da conversa. O Claude aceita assim também.

___________________________________________________________________________________________________

Para transformar discurso em texto, eu uso Transkriptor que é auto explicativo e muito fácil de usar. A tela inicial dele tem uma porção de opções de entrada de fala, e você vai observar que tem uma que vai direto do Youtube para ele que ele vai dizer que não consegue ler e nem usa o recurso que ele oferece, que não consegue levantar a chave que os autores colocam.

O que eu faço é o seguinte: Coloca o iphone num tripé ou algo assim, perto do alto falante do monitor, cria um endereço no whatsapp “para mim”, ou seja a mensagem só vai para você, entrar nele, isto é mandar mensagens para você mesmo,  aperta a opção gravação no solta o podcast, confere após um pouco se  o volume está bom. Ou seja, stop tudo e deixa que o Transkryptor vai sozinho e no canto direito em cima da tela dele, você faz download da fala já em texto e da uma olhada e vê se está bom,  o que geralmente acontece.

___________________________________________________________________________________

No caso do relatório do Gabriel

Eu pego o PDF, submeto ao Claude para estruturar, sumarizar ao maximo sem perder nada importante, com instrução especifica para fazer na primeira pessoa como se fosse o Gabriel e é isto que uso para inputar no post.

Quando eu peço para dar uma olhada e sumarizar para colocar no post, eu peço o nível de aprofundamento, que pode ser graduateou undergraduate.

Dou uma lida, acrescento, dou enfase ou whatever e peço ao Claude para modificar accordingly.

______________________________________________________________________________________________

O Worpress faz o resto, mas não da para explicar aqui de forma tão simples

IMPORTANTE!

Embora o Claude tenha um sistema automatico de guardar, ele guarda o que o sistema acha que vale a pena. Você tem que pedir para ele guardar.

As memórias que o Claude acaba de salvar ficam disponíveis nas próximas conversas. Mas há um limite — ele não guardo tudo automaticamente, só o que você me pedir explicitamente para memorizar, ou o que o sistema detecta como relevante entre sessões.

Então sempre que quiser que ele retenha algo específico, é exatamente isso — pede para guardar e ele aciona a ferramenta.

A situação do idoso no Brasil, como é comparada com paises mais avançados, os EUA e Europa?

Se a pergunta é sobre a situação do idoso no Brasil comparada aos países mais desenvolvidos, especialmente os EUA e a Europa, a resposta é: o Brasil tem alguns pontos fortes, mas também desafios importantes.

O que o Brasil faz relativamente bem

Aposentadoria pública relativamente abrangente

Muitos idosos brasileiros recebem aposentadoria do INSS ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o que reduz a pobreza extrema na velhice.

Sistema universal de saúde

O Sistema Único de Saúde oferece atendimento independentemente da renda. Nos EUA, um idoso sem cobertura adequada pode enfrentar custos muito elevados.

Proteções legais

O Estatuto da Pessoa Idosa garante prioridade em filas, transporte, proteção contra abandono e outras garantias que nem sempre existem de forma tão explícita em outros países.


Onde os EUA costumam estar à frente

Renda e patrimônio

O idoso americano médio costuma acumular mais patrimônio ao longo da vida:

  • casa própria com maior valor;
  • poupança para aposentadoria;
  • investimentos em fundos e ações.

Programas como Social Security Administration fornecem renda básica, mas grande parte do conforto financeiro vem da poupança privada.

Independência

É comum idosos de 80 ou 90 anos morarem sozinhos, dirigirem e administrarem sua própria vida.

Serviços especializados

Há uma enorme indústria de:

  • residências assistidas;
  • comunidades para aposentados;
  • cuidados domiciliares;
  • tecnologias de apoio.

Onde a Europa costuma estar à frente

Países como Suécia, Dinamarca, Holanda e Alemanha costumam oferecer:

  • aposentadorias mais robustas;
  • transporte público muito acessível;
  • atendimento domiciliar estruturado;
  • cidades mais amigáveis para quem tem mobilidade reduzida.

Em muitos lugares, o governo envia cuidadores à residência do idoso quando necessário.


Onde o Brasil tem uma vantagem inesperada

Família

Apesar das mudanças recentes, o Brasil ainda preserva mais convivência familiar do que muitos países desenvolvidos.

É comum:

  • filhos visitarem os pais com frequência;
  • avós participarem da vida dos netos;
  • idosos morarem próximos dos familiares.

Nos EUA e no norte da Europa, muitos idosos relatam solidão significativa, mesmo tendo boa situação financeira.


Um paradoxo interessante

Se perguntarmos:

“Onde o idoso vive com mais conforto material?”

A resposta tende a ser: partes da Europa Ocidental e, em muitos casos, os EUA.

Mas se perguntarmos:

“Onde o idoso se sente mais integrado à família?”

O Brasil frequentemente se sai melhor.

Em outras palavras:

AspectoBrasilEUAEuropa Ocidental
Saúde pública universalBoa coberturaLimitadaMuito boa
Renda média do idosoMenorMaiorMaior
Serviços especializadosLimitadosExcelentesExcelentes
Convivência familiarForteModeradaMais fraca
Solidão na velhiceMenorMaiorMaior
Proteção legal específicaForteModeradaForte

Aos 83 anos, talvez você já tenha percebido algo que muitas pesquisas confirmam: depois de certo ponto, a qualidade de vida do idoso depende menos do dinheiro adicional e mais de três fatores — saúde funcional, autonomia e relacionamentos significativos. Os países mais ricos costumam oferecer melhor suporte material; o Brasil, apesar de suas dificuldades, ainda preserva uma rede familiar que muitos idosos americanos e europeus gostariam de ter.

Index to Gabriel’s visit to Japan

This is where each journal/report/presentation can be seen directly, by each week day or subject

Week 1

week 1 – day 1 – missing checked bag

week 1 – Day 2 – Sensoji Temple

week 1 – Day 3 — Akihabara and Taito-ku, May 8, 2026

week 1 – Day 4 – a forest built by hand, a wedding in a shrine, and a crossing that never stops

week 1 – Day 5 – Ginza and Surroundings, May 10, 2026

week 1 – Summary – process as culture, discipline as dignity and as exclusion, and a forest built by hand in the middle of Tokyo to feel like it was always there

Week 2

W2 – Day 1— Tsukiji, Hamarikyu, Sumida River

Week 2, Day 2 — Classroom and teamLab Borderless

Week 2, Day 3 — Process Mapping and the Imperial Palace

Week 2, Day 4 — DHL Japan Headquarters

Week 2, Day 5 — Risk Management and the Tokyo National Museum

Week 2Day 6 — Kamakura and Enoshima Island

Week 2Day 7 — Mount Fuji Area, Kawaguchiko

Week 2 Summary

WEEK 3

Week 3 Day 1 — Tokyo to Nagoya 

Week 3, Day 2 — Nagoya: How Toyota Reverse-Engineered America

Week 3, Day 3 — Kyoto: What the City Gave Up to Look Like This

Week 3, Day 4 — Kyoto: Trade-offs All the Way Down

Week 3 Day 5 — Friday Kyoto, Kyoto Seika University

Week 3, Day 6 — Nara: Sacred Deer and the Cost of Preservation

Week 3, Day 7 — Sunshine Beach: What the National Average Hides

Special Reports

Week 3 — Visit to Uniqlo

Week 3 – Visit to Toyta’s Museumof Industry and Tehcnology

Bench Marking Nintendo’s switch to Sony PSS and XbBox Series XJS – Final Report

Bench Marking Nintendo’s switch to Sony PSS and XbBox Series XJS – First Report

Bench Marking Nintendo’s switch to Sony PSS and XbBox Series XJS – Gabriel’s take and final report

Beyond the Case: What Gabriel’s Team Got Right Without Knowing It

A graduate-level reading of SCHM3301 — Nintendo Switch Supply Chain Redesign for 2035


The presentation submitted by Team 1 for SCHM3301 is, on its surface, a well-executed undergraduate supply chain case. The data is sourced, the benchmarks are real, the financial modeling is defensible. But read carefully, the work does something more interesting than it announces: it stumbles into three of the deepest unresolved tensions in contemporary operations theory and global political economy. What follows is not a correction of the team’s analysis but an extension of it — an attempt to name what the best moments of their work were reaching toward.


The Lean Paradox

The centerpiece recommendation — a 90-day component buffer to replace just-in-time inventory — is presented as a practical fix for a supply chain vulnerability exposed during the 2022 chip shortage. That is accurate as far as it goes. But the recommendation quietly concedes something the field has been debating for two decades: that lean manufacturing and supply chain resilience are not compatible optimization targets. They are opposing logics.

Just-in-time is not merely a scheduling preference. It is a systemic commitment to the elimination of slack — inventory, time, redundancy — as waste. Resilience, by contrast, is the deliberate preservation of exactly that slack as insurance. The two cannot be simultaneously maximized. Every unit of buffer stock is, by lean definition, a unit of waste. Every reduction in buffer stock is, by resilience definition, an increase in fragility. Nintendo’s 2022 collapse was not a failure of execution. It was lean working exactly as designed, in a world that lean’s designers did not anticipate.

The team’s recommendation implicitly resolves this by choosing resilience over efficiency at a specific node. What it does not address — and what a graduate-level treatment would be required to confront — is that this is not a local adjustment. It is a strategic reorientation that carries cost implications across the entire operating model and challenges the foundational assumptions of supply chain design as it has been taught and practiced since Taiichi Ohno.


The Limits of Geographic Diversification

The three-region assembly recommendation — Vietnam, Mexico, India — is theoretically sound and practically grounded. The Foxconn precedent in Chihuahua is real. The Indian PLI incentives are real. The USMCA logic is real. And yet the recommendation rests on an assumption that deserves scrutiny: that geopolitical risk is diversifiable in the way that financial risk is diversifiable.

Modern portfolio theory holds that spreading assets across uncorrelated positions reduces aggregate risk. This works for financial instruments because their correlations, while not zero, are bounded and historically estimable. Geopolitical risk does not behave this way. The tariff shock of 2025 was not a bilateral event. It was a systemic reconfiguration of the global trading order that affected Vietnam, Mexico, and India simultaneously — not identically, but simultaneously. A world in which the United States imposes broad-based tariffs, the EU advances CSRD compliance requirements, and China restricts rare earth exports is a world in which the risk factors that the three-region strategy is designed to separate are in fact correlated. They share a common driver: the unraveling of the post-1990 assumption that global manufacturing integration was irreversible.

This does not invalidate the recommendation. Three regions are demonstrably better than one. But it reframes the claim. The redesign does not eliminate geopolitical exposure. It reduces concentration within a class of risk that is itself growing. That is a meaningful distinction — and an honest one that the financial model, with its scenario ranges, partially acknowledges without fully articulating.


The Pachinko Argument: The Most Original Move

Of everything in the presentation, the most intellectually ambitious section is also the one most easily misread as decoration. The parallel between Min Jin Lee’s Zainichi Korean characters and Nintendo’s contracted workforce is not a literary flourish. It is, if taken seriously, a structural argument — and one that connects supply chain design, labor economics, and postcolonial theory in a way that most business school curricula keep carefully separated.

The logic of the parallel runs as follows. Both Nintendo’s internal culture and the world of Pachinko operate through systems of conditional belonging: insider status is earned through demonstrated loyalty over time, and those outside the system — Zainichi Koreans in Japan, contractors at Nintendo of America — are not simply disadvantaged. They are structurally positioned to absorb the costs of the system’s transitions. When the system needs to adjust — when automation displaces assembly workers, when a tariff shock forces a supply chain restructuring — the adjustment falls disproportionately on those outside the in-group, precisely because they have no accumulated claims on the system’s protections.

What the team recommends in response — extending labor standards to tier-1 partners, embedding AI transition clauses in supplier contracts, developing Zainichi-model leadership at new assembly sites — is a proposal to redesign the incentive architecture of the supply chain so that its costs and benefits are more equitably distributed. This is not CSR language. It is a claim about the long-term sustainability of a manufacturing model that externalizes its social costs onto contracted labor in emerging markets. Whether or not Nintendo acts on it, the argument is structurally correct: systems that concentrate costs on those with the least power to resist them are systems that eventually generate the reputational, regulatory, and operational blowback that erodes the efficiency gains they were designed to capture.

That a team of undergraduate students located this argument inside a supply chain assignment — and connected it to a novel that most supply chain courses would never assign — is the most impressive thing in the presentation.


The Question the Presentation Does Not Ask

There is one structural problem that the analysis circles without naming. Nintendo is a hardware company in an industry whose value has migrated, decisively and probably irreversibly, to software, platforms, and recurring subscription revenue. Microsoft’s ability to absorb any Xbox supply disruption is not a treasury management advantage. It is the consequence of a strategic transformation — Azure, Game Pass, the shift to services — that has made hardware a delivery mechanism rather than a product. Sony is partway through the same transition. Nintendo has not begun it.

The supply chain redesign proposed by Team 1 is, by any measure, the right set of defensive moves for the business Nintendo currently is. It reduces concentration risk, extends the operational life of the hardware model, and aligns the company with the regulatory and sustainability pressures it will face by 2035. But it is defensive. It protects a position that the industry is, at the structural level, moving away from. The deeper strategic question — whether Nintendo’s extraordinary brand equity, its intellectual property, and its singular design culture are assets that can be redeployed into a platform or subscription model before the hardware model becomes structurally unviable — is the question a 2035 strategy must ultimately answer. That question is beyond the scope of a supply chain course. But it is the context within which everything the team analyzed becomes legible.


The work in SCHM3301 does what good analytical work is supposed to do at any level: it asks the right questions, even when it does not yet have the tools to fully answer them. The graduate contribution is not to replace that work. It is to make visible the deeper structure of what the team was already reaching for.

Bench Marking Nintendo’s switch to Sony PSS and XbBox Series XJS

Nintendo Switch — Supply Chain Redesign for 2035 Team 1: Gabe, Samara, Sophie, Valeria, Dan, Bennett

The following verbal explanation should be given with the following Power Point in mind:


The Problem

Nintendo’s $7.8 billion business rests on a single point of failure: one custom chip, designed by Nvidia, manufactured exclusively by TSMC in Taiwan, assembled overwhelmingly in China and Vietnam. By 2035, that concentration is not just a risk — it is a liability. Our project diagnoses the current supply chain, maps where it breaks, and proposes a redesign across three dimensions: supply chain structure, sustainability, and workforce equity.


Current State

Nintendo is a single-segment company — hardware is everything. The Switch is the third best-selling console in history (155.9 million units), with 76.4% of revenue coming from outside Japan. That global reach depends entirely on a supply chain that runs through two assembly plants in China (Foxconn Shenzhen and Zhengzhou), one in Vietnam (Hosiden), and two Vietnamese ports — Cai Mep and Cat Lai — for the 75% of US-bound shipments. There is no second chip supplier, no backup foundry, no geographic redundancy in assembly.

The competitive benchmarking makes the exposure stark: Nintendo leads its rivals in supply chain agility — it moved to Vietnam six years before Sony and six years before the 2025 Trump tariffs made that move essential. But it has no revenue buffer if supply fails. Microsoft absorbs any Xbox disruption across Azure and Game Pass. Sony has PlayStation Plus and its film and music divisions. Nintendo has nothing but the hardware.


Where It Breaks

The risk matrix identifies five critical vulnerabilities, in order of priority:

  1. Rare materials concentration — China controls roughly 80% of rare earth processing; the DRC controls 70% of cobalt. Nintendo has no mitigation.
  2. Geopolitical and Taiwan exposure — TSMC produces 90% of advanced logic worldwide. One Taiwan crisis and the chip supply stops.
  3. Single-source SoC — One chip, one designer, one foundry, one country. No backup exists.
  4. Japan natural disaster — Hosiden’s Yao facility sits in a seismically active zone, with no production redundancy.
  5. Southeast Asia labor and automation — Rising wages in Vietnam, emerging labor shortages, and Foxconn’s stated target of 30%+ workforce automation.

The PESTEL analysis of the 2035 scenario confirms that every major external force — trade policy, economic fragility in emerging markets, workforce displacement, automation, resource scarcity, and tightening EU legal compliance — connects directly to one of those vulnerabilities.


The Recommendations

The team proposes five structural moves, organized under three pillars:

Supply Chain

1. Dual-source the chip. Qualify Samsung Foundry alongside TSMC at a 65/35 production split. This cuts the recovery time from a supply disruption from roughly 12 months to approximately 3 months, and de-risks $2.7 billion in revenue. One-time engineering cost: $80–200 million. Ongoing premium: ~$100 million per year. Precedent: Nvidia and Qualcomm already run dual-foundry strategies.

2. Three-region assembly footprint. Keep Vietnam, add Mexico (USMCA tariff-free access to the US, Foxconn has already invested $500 million in Chihuahua) and India (PLI semiconductor incentives, Apple precedent). This reduces the effective tariff drag on revenue from 6.9% to approximately 2.8%, saving $320 million per year. Capital cost: $600 million to $1 billion.

3. 90-day component buffer. Replace just-in-time inventory with a 90-day SoC reserve (~18 million units, ~$275 million in working capital). This closes the failure mode exposed in Q1 FY2023, when a chip shortage cut Nintendo’s unit output by 22.9% and profits by 15%. Protected exposure per disruption event: $1.5 to $4.4 billion.

Sustainability

4. Closed-loop battery recovery. Launch a take-back and recycling program — collection at retail and by mail, disassembly at regional hubs, recovery of 85–90% of lithium, cobalt, and nickel (Li-Cycle benchmark), and reclaimed materials fed back to battery suppliers ATL and Delta. This is both an ESG move and a supply security move: 99.3% of Nintendo’s emissions are Scope 3, the EU’s CSRD reporting directive is binding on Nintendo’s 26% European revenue, and virgin cobalt demand can be reduced 20–35% through take-back programs.

5. SBTi supplier mandates. Require all tier-1 suppliers to set science-based emissions targets aligned to 1.5°C as a condition of contract renewal. Target: 60% Scope 3 reduction by 2035. Benchmark: Xbox already achieves 97% OECD recyclability, uses recycled resins in consoles, and is carbon-negative by 2030.

Workforce

The Pachinko parallel. Min Jin Lee’s novel illustrates how in-group loyalty systems — where belonging is conditional on insider status rather than contribution — cause those on the outside to absorb the cost of the system’s transitions. The team draws a direct parallel to Nintendo’s workforce: exceptional retention and institutional knowledge inside (14.4 years average tenure in Japan, 98.8% retention rate), but contractors at Nintendo of America sit outside that tier entirely, and only 4% of manager roles in Japan are held by women against 24% globally. As automation displaces frontline assembly workers — exactly those outside the insider tier — the risk of reputational and operational damage grows.

The recommendation: embed Zainichi-model leadership development at the new Vietnam, Mexico, and India sites; require AI transition clauses in supplier contracts; and extend Nintendo’s own labor standards to tier-1 partners. Widen the in-group rather than deepen the moat.


The Bottom Line

The redesign has an estimated ROI of 41%, a net present value of approximately +$1.4 billion over ten years at an 8% discount rate, a three-year payback, and protects between $1.5 and $4.4 billion in disruption exposure per event. Supply chain, sustainability, and workforce are treated as a single integrated problem — none of the three recommendations stands without the other two.

Normalização, Conformidade e o Jogo por Trás da ISO 9000

1. A moldura

Em 1992, a Comunidade Europeia avançava para o mercado único com o Ato Único Europeu de 1987 já em vigor. Era necessário um mecanismo comum de avaliação da qualidade de fornecedores — internos e externos. A ISO 9000, publicada em 1987 com DNA britânico direto da BS 5750, foi adotada como esse mecanismo. A Resolution 28/1992 do ISO Council formalizou o objetivo declarado: harmonizar as atividades de avaliação de conformidade entre os membros da comunidade nascente.

A agenda declarada era harmonização. A agenda real era consolidação — um sistema onde os árbitros eram europeus, as regras tinham origem britânica, e a subjetividade inerente à auditoria de processo fornecia cobertura técnica para decisões essencialmente comerciais. Quem não estivesse dentro do sistema europeu de acreditação ficava, na prática, fora do mercado.

Os americanos eram o alvo principal. Brasil e Argentina, pequenos mas crescentes, estavam incluídos por tabela — e não por acaso o Mercosul nasceu nesse mesmo período como contrapartida regional a esse movimento.

2. Dois modelos, duas filosofias

O sistema americano de normalização é historicamente voluntário e privado. O selo UL — Underwriters Laboratories, organização privada desde 1894 — não é exigência legal. Mas sem ele nenhum varejista relevante compra o produto, nenhuma seguradora cobre o sinistro, e em caso de acidente o fabricante perde na Justiça. O mercado e a responsabilidade civil fazem o trabalho que na Europa faz o Estado.

O modelo europeu parte de outro pressuposto: o Estado como árbitro técnico. Normas que se tornam obrigatórias por diretiva. A marcação CE como pré-requisito legal de circulação no mercado. Uma pirâmide de confiança delegada — organismos nacionais de acreditação no topo, organismos de certificação no meio, empresas certificadas na base.

O Brasil herdou historicamente o modelo europeu — ABNT como organismo normativo, INMETRO como braço de acreditação e fiscalização. A diferença era que faltava ao Brasil a acreditação estruturada que dava aos europeus o poder de arbitrar.

E aqui está o ponto que raramente aparece escrito com clareza: a ISO 9000 certifica que a empresa tem um sistema de gestão da qualidade documentado — não que o produto é bom. Uma auditoria de processo tem inevitavelmente componente subjetivo. Dois auditores competentes podem chegar a conclusões diferentes diante do mesmo sistema. Quando um organismo de certificação europeu declarava “não foram encontradas evidências suficientes de conformidade”, não havia recurso técnico objetivo possível. Era uma opinião técnica emitida por quem detinha a autoridade — com elasticidade suficiente para acomodar qualquer conclusão desejada.

Os americanos perceberam tarde que o campo de jogo era inclinado desde o início.

3. A jogada brasileira

A resposta brasileira foi estrutural e levou anos para se consolidar. O raciocínio era simples na forma e complexo na execução: se o problema era a dependência de árbitros externos com poder discricionário, a solução era construir autoridade própria.

O INMETRO passou a acreditar e certificar diretamente — funcionando como âncora do sistema enquanto organismos privados brasileiros amadureciam para assumir o papel de forma independente e sem viés. Era o modelo europeu sendo usado contra a exclusividade europeia.

A estratégia que passamos a descrever nasceu daminha participação, Roque Ehrhardt de Campos e Reinaldo Figueiredo na primeira reunião de discussão sobre como promover e conseguir a implementação de reconhecimento mútuo de atividades de conformidade, para o qual ISO Council instruiu a CASCO a tratar com especial urgência um estudo sobre a possibilidade de estabelecer um sistema internacional de acreditação de organismos de registo de sistemas de qualidade.
Isto ocorreu em Setembro de 1992 e deu origem a Resolução 28/1992 que foi a aceitação internacional da série de normas ISO 9000 para gerência e Quality Assurance.
O Conselho instruiu o CASCO a tratar com especial urgência um estudo sobre a possibilidade de estabelecer um sistema internacional de acreditação de organismos de registo de sistemas de qualidade.


Minha participação e a de Reynaldo foi feita com ajuda de incentivos fiscais da parte da IBM e com participação da iniciativa privada — alinhando interesse empresarial e interesse público num único movimento.
Esse documento foi simultaneamente instrumento técnico, referência normativa e demonstração de capacidade: o Brasil sabia do que estava falando.

4. A informação como instrumento

Paralelo à questão da certificação de sistemas de gestão, havia um flanco igualmente importante: a conformidade dos laboratórios de ensaio, dos organismos de inspeção e das terceiras partes envolvidas. As ISO Guides que regulavam essas atividades correlatas eram o complemento necessário para fechar o sistema — sem elas, a acreditação ficava incompleta e o argumento brasileiro, vulnerável. Eu, Roque tomei conta e resolvi isto como se pode ver no anexo das Normas ISO 9000 brasileiras.

Dominar essa documentação — saber o que os guias exigiam, onde estavam as lacunas, como se aplicavam em contextos distintos — era condição para participar do jogo em igualdade. Informação técnica precisa, nesse contexto, era instrumento de soberania.

5. A acomodação — e o dente que se mostrou

Com o tempo, americanos e europeus chegaram a um entendimento. O sistema se abriu — não por generosidade, mas por pressão e pela demonstração de que outros atores tinham capacidade técnica real para participar.

Um episódio no contexto do Mercosul ilustra isso com precisão: um técnico britânico atuava na Argentina certificando carne bovina e solicitou que lhe fossem apresentados os padrões CGS locais. Os argentinos, sem familiaridade com aquele nível de detalhe do sistema internacional, encontraram-se em posição defensiva. A orientação que dei foi simples e cirúrgica — pedir ao técnico britânico que apresentasse, em sua própria acreditação, onde aquele requisito estava contemplado. O técnico não tinha resposta. Retirou-se.

Não foi confronto. Foi conhecimento das regras aplicado no momento certo. Isso é o que soberania técnica significa na prática — não a capacidade de impor, mas a de não ser imposto.

6. Uma nota pessoal

Eu, Roque Ehrhardt de Campos e Reynaldo Balbino Figueiredo representamos o Brasil na reunião do ISO Council em 1992 por indicação do Secretário de Ciência e Tecnologia da época, José Paulo Silveira — um homem que agia quieto, era justo e generoso, e tinha visão de tabuleiro que poucos ao redor percebiam. Foi ele quem identificou em mim o perfil necessário para aquela missão: domínio técnico, familiaridade com complexidade — forjada em anos de IBM desenvolvendo sistemas de grande porte — fluência real no inglês, e a segurança de quem não se intimida com autoridade sem substância.

Reynaldo Figueiredo estava com toda a energia da idade, talento que lhe é característico, especialmente sua afabilidade de carioca, com admissão no INMETRO iria compreender e executar o que eu “cracked the code” durante aqueles três anos de participação na ISO/CASCO.

A maneira como ele saiu do INMETRO e acabou vivendo sua vida nos Estados Unidos vale uma nota:

O trabalho que se seguiu — que pode ser visto aqui — três anos compilados, traduzidos, sistematizando o que ia embutido, que resultou na coletânea que virou política pública e numa tese de mestrado na Unicamp. Eu sai da IBM, Reynaldo Figueiredo assumiu tudo e eu virei pesquisador em Melhoria da Qualidade de Ensino na Engenharia, na EESC – Escola de Engenharia de São Carlos, da USP, pelo CNPq, que também estava sob a esfera do Paulo Silveira.

O que eu consegui nesta nova posição, para estudar o estado da arte no ensino de engenharia, viajando pelos Estados Unidos e Europa, pode ser visto aqui Somente com distância de décadas ficou claro que foi José Paulo Silveira quem abriu cada uma dessas portas — silenciosamente, como era seu estilo.

Reynaldo Figueiredo, que assumiu a continuidade desse trabalho nas reuniões internacionais absorveu o método, aprofundou o conhecimento e acabou se transferindo para os Estados Unidos, onde anos depois se tornaria Chair do CASCO — o próprio comitê ISO de avaliação de conformidade que havia sido o centro daquela disputa. Numa conversa recente, ele resumiu o que havia ficado daquele período: “Aprendi muito com você. Você cracked the code. Deve ter muito orgulho do que fez.”

O orgulho, a ser dividido, pertence também a José Paulo Silveira — o homem que, entre outras coisas, foi o principal responsável pelo avanço tecnológico que tornou possível a exploração de petróleo em águas profundas pela Petrobras, inaugurando para o mundo uma fronteira que antes era considerada intransponível. Outro código que ele quebrou, à sua maneira silenciosa.

Quando uma casa é um lar

Existem duas músicas americanas que evocam o título que dei a este post quando uma casa não é um lar. A primeira, mais famosa, é a seguinte:

A House Is Not a HomeUma casa não é um lar
A chair is still a chair
Even when there’s no one sitting there
But a chair is not a house
And a house is not a home
When there’s no one there to hold you tight
And no one there you can kiss good night
A room is still a room
Even when there’s nothing there but gloom
But a room is not a house
And a house is not a home
When the two of us are far apart
And one of us has a broken heart
Now and then I call your name
And suddenly your face appears
But it’s just a crazy game
When it ends it ends in tears
Darling, have a heart
Don’t let one mistake keep us apart
I’m not meant to live alone
Turn this house into a home
When I climb the stair and turn the key
Oh, please be there still in love with me
Uma cadeira continua sendo uma cadeira
Mesmo quando não há ninguém sentado nela
Mas uma cadeira não é uma casa
E uma casa não é um lar
Quando não há ninguém para te abraçar forte
E ninguém para te dar um beijo de boa noite
Um quarto continua sendo um quarto
Mesmo quando só há tristeza
Mas um quarto não é uma casa
E uma casa não é um lar
Quando nós dois estamos distantes
E um de nós tem o coração partido
De vez em quando eu chamo seu nome
E de repente seu rosto aparece
Mas é só um jogo maluco
Quando acaba, acaba em lágrimas
Querida, tenha compaixão
Não deixe que um erro nos separe
Eu não nasci para viver sozinha
Transforme esta casa em um lar
Quando eu subir as escadas e girar a chave
Oh, por favor, ainda esteja lá, apaixonada por mim

Esta música, cogita da falta da companheira, primeiro grande sucesso de Burt Bacharach e o que marca é a frase título, em sua sonoridade e musicalidade, adquire uma vida própria, e fica ressoando na cabeça da gente e tem uma propriedade de separar-se do resto da música e fazer a gente pensar na casa da gente.

A segunda música, é exatamente o que quero trazer aqui e como penso que isto ocorreu, imagino eu, na casa de Rosa e Francisquinho.
Trata-se de The House That Built Me, A Casa Que Me Construiu, cantada pela Miranda Lambert

The House That Built MeA Casa Que Me Construiu
I know they say you can’t go home again
I just had to come back one last time
Ma’am, I know you don’t know me from Adam
But these handprints on the front steps are mine
Up those stairs in that little back bedroom
Is where I did my homework and I learned to play guitar
And I bet you didn’t know under that live oak
My favourite dog is buried in the yard
I thought if I could touch this place or feel it
This brokenness inside me might start healing
Out here, it’s like I’m someone else
I thought that maybe I could find myself
If I could just come in, I swear I’ll leave
Won’t take nothin’ but a memory
From the house that built me
Momma cut out pictures of houses for years
From better homes and garden magazine
Plans were drawn and concrete poured
Nail by nail and board by board
Daddy gave life to mama’s dream
I thought if I could touch this place or feel it
This brokenness inside me might start healing
Out here, it’s like I’m someone else
I thought that maybe I could find myself
If I could just come in, I swear I’ll leave
Won’t take nothin’ but a memory
From the house that built me
You leave home, you move on
And you do the best you can
I got lost in this whole world
And forgot who I am
I thought if I could touch this place or feel it
This brokenness inside me might start healing
Out here, it’s like I’m someone else
I thought that maybe I could find myself
If I could walk around, I swear I’ll leave
Won’t take nothin’ but a memory
From the house that built me
Eu sei que dizem que não se pode voltar para casa
Eu só precisava voltar uma última vez
Senhora, eu sei que a senhora não me conhece de lugar nenhum
Mas essas marcas de mãos na escada da frente são minhas
Lá em cima, naquele quartinho dos fundos
Foi onde eu fiz a lição de casa e aprendi a tocar violão
E aposto que a senhora não sabia que debaixo daquele carvalho
Meu cachorro favorito está enterrado no quintal
Eu pensei que se eu pudesse tocar este lugar ou senti-lo
Essa minha dor interior talvez começasse a se curar
Aqui fora, é como se eu fosse outra pessoa
Eu pensei que talvez eu pudesse me encontrar
Se eu pudesse simplesmente entrar, eu juro que vou embora
Não levarei nada além de uma lembrança
Da casa que me construiu
Mamãe recortava fotos de casas por anos
Da revista Better Homes and Gardens
Plantas foram desenhadas e concreto foi derramado
Prego por prego e tábua por tábua
Papai deu vida ao sonho da mamãe
Eu pensei que se eu pudesse tocar este lugar ou senti-lo
Essa minha dor interior talvez começasse a se curar
Aqui fora, É como se eu fosse outra pessoa
Pensei que talvez pudesse me encontrar
Se eu pudesse simplesmente entrar, juro que irei embora
Não levarei nada além de uma lembrança
Da casa que me construiu
Você sai de casa, você segue em frente
E você faz o melhor que pode
Me perdi neste mundo inteiro
E esqueci quem eu sou
Pensei que se eu pudesse tocar este lugar ou senti-lo
Esta dor dentro de mim poderia começar a se curar
Aqui fora, é como se eu fosse outra pessoa
Pensei que talvez pudesse me encontrar
Se eu pudesse andar por aí, juro que irei embora
Não levarei nada além de uma lembrança
Da casa que me construiu

Vou tentar elaborar como a casa de minha irmã, Maria Rosa, seu marido e seus três filhos, se transformou em um lar e é uma resposta perfeita ao sentimento que estas musicas evocam, que sentimos independentemente delas, mas que servem de gancho para elaboração do que se quer discutir aqui

Compraram a casa em 1968. Ficou fechada um tempo e alugaram para um amigo que estava esperando o término de sua construção. Mudaram para lá em 74.

Fomos visitá-los, creio que em 78

Nossa visita em 1978

Fomos visitálos muitas vezes, ao longo da vida e geralmente nunca era registrado por fotografias, mas aqui vão algumas fotos que de uma forma ou de outra foram tiradas:

Fotos tiradas pela comemoração das bodas de ouro de nossos pais, Ana e Weimar, 1990

Não faz isto comigo Faisca!…

Visita feita em 16 de Maio de 2026 que suscitou este post

O Quintal

O Espírito da Casa da Rosa e do Francisquinho

São José, 1914

Esta imagem de S.José foi de uma folhinha de 1914, que pertenceu ao irmão de nossa avó Julia, de nome também José, que foi quando idoso morrer lá, na Uruguaiana, 80, aqui em Campinas

Tia Linda, Emilia

Emilia e Mary

Ana, Julia e Emilia
Mary e Quindú, irmã de nossa avó Julia

Quindu não teve filhos e foi casada com Batista, que ajudou a construir o túnel que liga a Vila Industrial com a Estação de Campinas. Quindu, bem como José, outro irmão de Vó Júlia, foram morrer na Uruguaiana 80. Como não tenho fotos deles, eu usei AI para obter algo próximo de completar esta narrativa visual. Batista era uma das pessoas mais simpáticas que já conheci e esta foto desta pessoa que não é ele, tem o sorriso dele. A outra, de um mestiço de índio, como o eram minha avó Júlia e seus irmãos, não consegui ainda.  

Rara imagem de Geraldo (tio Dinho), Vó Julia, Tia Emilia, Tia Mary e meu pai ao fundo na Luzitana,280

Que estão todos espiritualmente refletidos na casa da Rosa como se segue:

Áurea, Paulo, Julia, Weimar, Ana

As conquistas do Heitor

A Casa em si

Como tudo começou… foi estudar em Campinas, hospedou-se na D.Herminia, vizinha de casa e o resto é história…

Seguiu os passos do pai…

Imagino a história por de trás deste detalhe…

Cama feita pelo Vô Paulo, em meados do século 10

É o nono da segunda fila..

Carreira Visual do Heitor

Heitor movendo-se de volta vagarosamente

Se fosse filme, a trilha musical seria esta…

Primeira casa de Ana e Weimar, em 1940. Julia, de azul, Mary, ao centro e Ana

Julia, Ana e Mary

Fotos da familia quando Vó Ana e Vô Weimar comemoraram 50 anos de casados

Cozinha do Francisquinho

Aqui, o tempo parou…

Lembrança de Americana, primeira casa

Tudo na ordem…

Detalhe das panelas do Francisquinho…

Perfect ending of a perfect day…. como diz a musica de Natal…